Alimentos Refinados ou Envenenados?

Introdução:

Alimentos “refinados”, em outras palavras, são alimentos “envenenados”, simples assim. Melhor dizendo, produtos alimentícios que passam por um processo de industrialização, por muitas vezes assustador. Assista a algum vídeo de como é feita a salsicha. De qualquer forma, o problema não é o processo industrial pelo qual esses alimentos passam, mas sim, o resultado desse processo como um todo. Ou seja, as substâncias químicas, toxinas, e demais coisas que são enxertadas nesses produtos alimentícios, também, os elementos que são extraídos dos alimentos, tornando-os, justamente, alimentos completamente artificiais sem densidade nutricional nenhuma praticamente, e repletos de substâncias nocivas à saúde do ser humano.

Às compras:

No mercado, então, o recomendável é substituir a palavra “refinado”, por “envenenado”.  E isso não é exagero nenhum. Óleos vegetais, por exemplo, o óleo de soja “refinado”. O processo industrial pelo qual a semente de soja passa para a extração de seu óleo faz com que, esse óleo extraído, torne-se, pelo menos parcialmente, gordura oxidada, ou seja, gordura trans. O óleo de soja é danoso à saúde já na embalagem, nem precisa ser utilizado na panela. Essa gordura trans, como todo mundo sabe é um antinutriente, que literalmente só faz mal à saúde.

E que tal o açúcar “refinado”? Que de açúcar não tem nada, mesmo. Um chupador de cana-de-açúcar não tem cárie. O sal “refinado”, que antes de ser “refinado” possuía dezenas de elementos beneficentes à saúde, inclusive magnésio que provoca mais de 100 reações químicas no organismo do ser humano, uma dessas reações é o desaparecimento de cálculos renais, em determinados casos. Farináceos “refinados”, o trigo “refinado”, por exemplo, é enriquecido com ferro e ácido fólico, e mesmo assim, nem rato come, mesmo.

De todos esses produtos alimentícios, sem dúvida alguma, o açúcar “refinado” é o pior. E quem afirma isso são especialistas na área da saúde. Como disse o Dr. Lair Ribeiro em uma entrevista: “A forma mais saudável de se consumir açúcar, é não consumir açúcar nenhum”. O fato é que, todo mundo sabe dos males que o açúcar “refinado” causa, mas, o que as pessoas não sabem, é que esses males são a principal causa da maioria das doenças modernas. Diabetes tipo II, doenças hepáticas, obesidade, problemas cardiovasculares, doenças neurológicas, câncer, etc.

 

O que comer, então?

Levando-se em consideração tudo isso que está escrito nesta postagem, surge o seguinte questionamento, o que comer, então? Sendo que aproximadamente 95%, senão mais, dos alimentos que encontramos em supermercados possuem, ou são feitos, de pelo menos uma dessas substâncias químicas, toxinas, etc. Inclusive, muitos desses alimentos ou produtos alimentícios nesse caso, não aparentam levar alguns desses ingredientes em sua composição.

Pra resumir, ovos, vegetais e carnes. Esses sim são alimentos saudáveis, em outros termos, “comida de verdade”, como diz o Dr. José Carlos Souto. Independentemente de determinados elementos (fungicidas, hormônios, rações, etc.) que são utilizados na produção desses alimentos, é muito melhor consumi-los do que esses produtos alimentícios industrializados.

Ninguém desenvolve diabetes tipo II comendo vagem, ou, algum problema cardiovascular por comer ovos demais. Pode ser que eu esteja errado em relação a isso, pois, não sou profissional da área de saúde, portanto, não estou habilitado a realizar esse tipo de afirmação. De qualquer forma, por uma questão de lógica, essa argumentação faz todo o sentido.

 

Conclusão:

A conclusão é simples. Eliminar, ou ao menos, dosar a ingestão desses produtos alimentícios que estão disponíveis com muita facilidade em nossa sociedade ocidental, visando à saúde e bem-estar em longo prazo. Esses produtos industrializados, com todas essas substâncias nocivas à saúde, viciantes, etc., possuem essas características propositadamente, para que, justamente, as pessoas se tornem dependentes desses produtos alimentícios, e mesmo em uma determinada situação grave de saúde, seja muito difícil se livrar dessa dependência, o que pode ser fatal.

Seguindo adiante, sabemos que, os donos da indústria alimentícia e da indústria farmacêutica, são os mesmos. Coincidência, ou não, no mundo em que tudo é Business, essas pessoas não estão nem um pouco preocupadas com a nossa saúde. O negócio é faturar, ou como diria Michael Corleone: “Não é nada pessoal, são apenas negócios”.

 

Fontes para estudo:

Dr. Lair Ribeiro.

Dr. José Carlos Souto.

Rodrigo Polesso.

 

Leia Gary Taubes!

 

“A necessidade exógena de carboidratos para o ser humano é zero.” – Dr. Eric Westman.

 

“Que seu remédio seja seu alimento, e que seu alimento seja seu remédio.” – Hipócrates.

À eterna busca pelo tal crescimento exponencial infinito em todos os aspectos da consciência.

Sobre André Buzata Soares

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